RABULARUM - espaço dos rábulas inconformados


Sir Lancelot, o Cavaleiro da Bunda Redonda
por Charles London

em 31 de outubro de 2007

Resumo: Que problema Sir Lancelot arrumou para a Ordem Templária da Bunda Redonda.

© 2007 MidiaSemMascara.org

É cheio de tédio, de frustração, de queixas, que eu começo a minha semana, embora isso não queira dizer que o que eu recolhi dos últimos sete dias não tivessem me dado alguma satisfação pessoal. Deu sim. Mas esse é o ponto: onde está a satisfação para o maior número, para o nosso povo? Em lugar nenhum. Nada do que acontece aqui nesse Reino parece diminuir o sofrimento pelo qual passa o povo, mesmo até quando ele mesmo sequer reconhece isso.

Então começo essas bem traçadas linhas com a amargura que me é típica, mas com o cuidado para com a verdade para lá de conveniente em prol da qual eu escrevo. Vejam o caso do Cavaleiro Sir Lancelot, aquele da Bunda Redonda, que agora é visto pelos súditos como mais um pederasta de bom coração em apuros. Ele agora parece se defender na última linha de retaguarda – pois que sua fama de homossexual já se propagou pelo inteiro Reino de Arthur. O Cavaleiro da gay figura dificilmente negará isso, pelo contrário, como sabemos, assumindo com redobrado orgulho, o orgulho gay. Mas como verbas públicas, e não poucas, ajudavam a agradar e a tocar o seu nobre coração, e como Sir Lancelot confessadamente não admitisse possuir recursos próprios que o resguardassem de más conseqüências, empenhou-se então de provar uma suposta inocência no crime de pedofilia. Assumia outros nem tão crimes assim, enquanto os nobres do Reino arranjam um tempo para provar sua inocência no caso da pedofilia e do gasto do dinheiro público a que sua Ordem Templária tinha direito de receber, e ainda recebe, do Reino de Arthur. O Cavaleiro deu os anéis para não perder os dedos. Antes tinha dado a sua Bunda Redonda e sua contribuição à degeneração moral do Reino, mas isso não era coisa da qual se ocupassem uns e outros.

Assim, fecho o raciocínio mostrando que nem tudo é motivo de amargura nesta semana que se inicia: a pedofilia sofrerá um duro golpe no Reino de Arthur! Como a defenderão agora seus propagandistas homossexuais quando justamente um deles a invoca para se protestar inocente? Não, eu não sou pedófilo, afirmou Sir Lancelot, confirmando a impressão corrente e correta de que crime é a pedofilia! Não é o que queriam os demais Cavaleiros da Bunda Redonda até então? Não é o que diziam seus menestréis que não se cansavam de louvar o amor com meninos como o melhor de todos? Que duro golpe na legalização da pedofilia! Que dura decepção para suas Guineveres de voz de frango!

Mas do ponto de vista da Justiça que se pratica no Reino trata-se de um típico caso de cortina de fumaça, de manobra dissuasiva, obra de algum rábula merliniano, como alertou conhecido cronista do Reino, um tal de Azedo, aliás, o mais corajoso cronista do Reino a tratar desse assunto. O rábula em questão, que se perde em milhões de libras-ouro, fruto de saque metódico e continuado dos cofres do Tesouro Real, é a prova cabal que Sir Lancelot está em maus lençóis. E esses lençóis alcançam Camelot, a capital do Reino. Sir Lancelot deu mais do que sua Bunda Redonda pelo Rei Arthur. Isso explica a elevada hierarquia do Merlin do Direito; daí a elevada urgência em defender prontamente os Templários da Bunda Redonda.

Mas indago sobre Sir Lancelot: como pôde esse Cavaleiro ser tão descuidado logo com os lençóis, que deixam marcas do seu amor proibido? Não sabia ele que as paredes e as escadas tinham ouvidos e olhos? E mesmo assim profanou o Templo, beijando súditos na boca? Por enquanto, além de mim, só o cronista Azedo tocou no assunto. O silêncio do medo atordoa, compreende-se. Roma silencia mais uma vez com obsequiosa covardia, com abjeta vergonha, com reconhecida incompetência. Ao invés de reagir, pactua como é do seu feitio. Mais ainda, promove monges templários às maiores alturas, se desmerecendo, se cobrindo de cinzas. Pois diante do rábula enriquecido, tenho certeza que se achicará ao extremo mostrando que a bunda papal é Universal na sua safadeza! Que problema Sir Lancelot arrumou para a Ordem Templária da Bunda Redonda! Assim ficará mais difícil ocultar a origem e o destino dos dízimos reais! E a causa homofóbica da Bunda Redonda, logo agora que o Parlamento podre preparava-se para alçá-la à categoria de Direito Divino, como ficará?

http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=6150&language=pt



Escrito por LBeraldo às 17h33
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FOLHA DE SÃO PAULO DE HOJE (01/11/2007)

 

JANIO DE FREITAS

Os fins do comando

Pintou improbidade no horizonte, já se sabe como agirá a tropa de elite do governo na Câmara e no Senado

A ASSOCIAÇÃO DO governo Lula com a corrupção já sugere algo como um princípio, ainda que paradoxalmente formado por falta de princípio. Não se trata só da série incessante de episódios no governo, que ao menos em boa parte poderiam decorrer de más atitudes individuais, embora não seja esse o caso. Mas, além dos fatos em âmbito administrativo ou, senão diretamente, envolvendo verbas federais, as ordens do governo aos seus parlamentares comprovam a associação deliberada com atos e autores de improbidades e coisas piores. Só ontem, houve mais duas demonstrações desse gênero.
A CPI do Apagão Aéreo criada pelo Senado foi muito mais eficiente do que sua congênere da Câmara, deformada por exibicionismos liderados pelo neófito Vic Pires, paraense do DEM, e reduzida à inutilidade pelo relatório fugidio do petista gaúcho Marco Maia, em coerência com a orientação do governo. O relatório da CPI do Senado teve a rigidez sempre esperável do seu relator, senador Demóstenes Torres. Os negócios da Infraero, sobretudo os de obras à brasileira nos aeroportos, com nomes e indicações factuais, lá entraram como uma novidade que parecia inalcançável.
No Senado o governo não consegue resolver tudo com sua tropa de elite, como pode fazer na Câmara. Na ocasião de votar o relatório, a ordem foi usar os recursos possíveis para adiá-la. Até que, ontem, lá estava um relatório alternativo, tão amoldado quanto possível às orientações do governo. Não é preciso mais do que uma particularidade para definir o teor do relatório alternativo apresentado pelo senador amazonense João Pedro: da relação de indiciados proposta por Demóstenes Torres foram retirados até mesmo três que o governo já demitira.
João Pedro diz que retirou nove da lista "para fazer justiça", mas o indiciamento era exatamente para submeter suspeitos e implicados aos procedimentos corretos de justiça, porém justiça sem vício. O governo, com a sempre valiosa (em todos os sentidos) cumplicidade do PMDB, evitou que o relatório de Demóstenes Torres ficasse como conclusão oficial da CPI, mas não que seja encaminhado à Polícia Federal e ao Ministério Público.
A novata CPI das ONGs, com um tema tão importante para os cofres públicos e para as ONGs sérias, fez mais uma sessão para exibir, na simples relação dos que convém convocar, que os obedientes governistas estão ali para proteger aliados do governo, não importa o que tenham feito ou não. Ou melhor, o que importa é não expor o que certos companheiros e aliados têm feito, com altas verbas públicas, sob a denominação de ONG.
Assim tem sido nas CPIs, mas não só. Pintou improbidade no horizonte, já se sabe como agirá a tropa de elite do governo na Câmara e no Senado. O PMDB ofereceu à TV o papel de comediante dado ao senador (suplente) e financiador Wellington Salgado e, como coadjuvantes, o também suplente Gilvan Borges e um ou outro mais, mas o grande operador de cobertura de Renan Calheiros foi o governo. E Lula em pessoa. O caso só tomou o caminho absurdo pelo ocorrido já nas duas primeiras sessões do Conselho de Ética, por orientação do governo à sua tropa de elite. Naquele mau começo e desde então até hoje.
Tamanha coerência e sem-cerimônia não é sem significado, nem se mantém ao acaso.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0111200704.htm



Escrito por LBeraldo às 11h08
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FOLHA DE SÃO PAULO DE HOJE (31/10/2007)

CLÓVIS ROSSI

Orgulhosos, mas cegos

ZURIQUE - Por muito que passe o tempo nas estradas da notícia, por muito que o Brasil político convide ao ceticismo, já a caminho do cinismo, ainda assim há coisas que conseguem me espantar. Exemplo: a nutrida comitiva de políticos brasileiros que, chefiada pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, veio a Zurique para a confirmação do Brasil como país-sede da Copa de 2014.
Se fosse disputa, vá lá. Mas para uma mera confirmação?
Até eu já sabia que o Brasil estava escolhido havia meses. De todo modo, o tamanho da comitiva acabou sendo o espanto menor. Ao término da cerimônia oficial, aberta a sessão para perguntas, uma jornalista do Canadá, Erica Bouman, fez a pergunta mais ou menos óbvia sobre como o Brasil poderia garantir a segurança, em sendo um país perigoso, com grande número de mortes.
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, reagiu como se a pátria tivesse sido ultrajada. Desviou a questão para o tema da violência em outros países, o que é real, mas passa alegremente por cima do fato de que quem vai organizar a Copa de 2014 é só o Brasil.
Foi aplaudido furiosamente pela nutrida comitiva, como se tivesse resgatado a honra verde-e-amarela.
Pior: seus assessores puseram em circulação, como é de praxe no Brasil, uma teoria conspiratória. A repórter (da AP norte-americana) teria sido instruída por seu governo, supostamente interessado em assumir a Copa outorgada ao Brasil, se o país falhasse nas providências necessárias.
O técnico Dunga, um dos que espalhavam a suspeição, batia no peito, lamentava que os jornalistas brasileiros supostamente acreditassem na canadense (que, aliás, apenas apontava fatos reais) e reclamava: "Temos que ter orgulho de sermos brasileiros".
Tudo bem, mas temos também que ser cegos?


crossi@uol.com.br

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz3110200703.htm



Escrito por LBeraldo às 11h02
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FOLHA DE SÃO PAULO DE 30/10/2007

JANIO DE FREITAS

O bonde

Governadores em viagem à Suíça contribuem para o propósito de desviar bilhões das necessidades prementes

EM POSES e cores para todos os gostos, hoje a TV e amanhã os jornais vão brindar-nos com imagens de um grupo de governadores, encabeçado por seu presidente, em viagem à Suíça sob a justificativa geral de fazer "lobby" pela indicação do Brasil para sede da Copa do Mundo de 2014. O motivo citado é uma falsidade: o Brasil é candidato único, logo, não era necessária pressão alguma, a Fifa ficou sem alternativa. O que as imagens vão mostrar, de fato, não é um grupo de governadores com seu presidente, aquele que lhes solta verbas em troca de agrados, é o bonde dos irresponsáveis.


Bem à maneira carioca, assaltantes do Rio deram esse nome -bonde- ao tipo, digamos, de operação em que agem uns seguindo os outros, todos orientados para o mesmo objetivo. O bonde que se mostra na Suíça é uma contrafação do bonde carioca. De olho no duplo objetivo de agradar a Lula e de explorar os entusiasmos ingênuos dos seus eleitorados, o grupo de governadores está contribuindo para o propósito irresponsável de desviar vários bilhões das necessidades mais prementes, para uma espécie de festa que não faz falta ao Brasil.


O arrazoado que a Fifa recebeu com o compromisso do governo brasileiro é um amontoado de mentiras. Tanto sobre condições já existentes para sustentar a candidatura à Copa, entre as quais estão referências à infra-estrutura e à segurança absolutamente forjadas, como sobre disponibilidades do país para cumprir as exigências em construção de estádios e de mais e gigantesca infra-estrutura pelo país afora, para os eventos da Copa e para os alegados milhões de torcedores estrangeiros.


Tostão, hoje tão admirável no jornalismo quanto foi no futebol, anteontem lembrou na Folha, em ponderações sobre a Copa no Brasil, o gasto gigantesco com o Pan no Rio. O gasto admitido é superior a quatro vezes o custo apresentado para trazer os jogos. E não está incluída grande parte das obras presentes no custo orçado, mas não saídas do papel, como o metrô da Barra. Nunca foi apresentado o custo final e verdadeiro do Pan: é uma verificação que o Ministério Público Federal e o do Estado do Rio devem à população e à sua própria respeitabilidade. O que se sabe de certo é que os dados oficiais não são confiáveis, ou por incompletos alguns, ou porque falsos. Sem falar nas manipulações que multiplicaram custos de obras e equipamentos como milagres do padrão de moralidade nacional.


O tal saldo, em turismo para o Pan e em aumento formidável dos visitantes futuros, não houve. O saldo em melhorias para a cidade, idem, porque não houve as tais obras. O saldo para o esporte está em um centro esportivo que a prefeitura nem ao menos conseguiu arrendar por uma ninharia, e lá está, na Barra, com o custo por se pagar e com a manutenção significando novos custos -e entregue aos mosquitos da dengue na Barra. O novo estádio de futebol, um dos milagres da multiplicação de custos, foi arrendado ao Botafogo para um ou dois jogos por semana, enquanto o Maracanã, há 57 anos uma bomba de sugar recursos públicos, fica ocioso na maior parte das semanas.


A Olimpíada de 2004 custou à Grécia US$ 12 bilhões. Iria pagar-se com o turismo imediato, os patrocínios e, nos anos vindouros, com o incentivo adicional aos atrativos gregos para visitantes estrangeiros com poder aquisitivo. Além do imenso rombo, por não se cumprir nenhuma das previsões de receita, a Grécia recebeu da Olimpíada um outro problema financeiro, sobre o qual nem cogitara: a vasta estrutura de construções esportivas e equipamentos não encontra uso que a justifique, mas o custo de conservação pesa muito nos recursos públicos.


Enrolado na CPMF, o ministro Guido Mantega, da Fazenda, admitia ontem o aumento das verbas para a saúde, como retribuição aos votos oposicionistas, "em mais 1%, depois até 2%, 3%". Embora criada para financiar a saúde, a CPMF só é destinada a tal fim, pelo governo da justiça social, em 42% do total arrecadado. A oferta de Mantega, portanto, com base na arrecadação de R$ 40 bilhões, representaria aumento entre R$ 400 milhões e R$ 1,2 bilhão para a saúde. Não há como fazer comparação com o custo da Copa, porque o seu custo orçado é mentiroso, e o acréscimo da roubalheira usual é imprevisível. Nem é preciso comparar: a oferta de Mantega subscreve a indigência dos serviços de saúde no país, no tratamento tanto aos pacientes como aos médicos, enfermeiros, hospitais e escassos postos de saúde.


Isso, porém, é motivo de inquietação para pessoas responsáveis, ou simplesmente pessoas. Não move o bonde dos irresponsáveis.



Escrito por LBeraldo às 23h45
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MUITO INTERESSANTE!!!

 



Escrito por LBeraldo às 00h45
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REVISTA VEJA DE ONTEM (27/10/2007)

Diogo Mainardi
No Iraque, é melhor

"No ano passado, o Brasil teve 44 663 assassinatos. O dado acaba de ser publicado pelo governo federal. No mesmo período, de acordo com o site do Iraq Coalition Casualty Count, a guerra no Iraque produziu 18 655 mortes. Os americanos alarmaram-se tanto com esse número que aceitaram mandar mais 30 000 soldados para lá. O resultado? As mortes diminuíram drasticamente"

A favela da Rocinha é uma "fábrica de produzir marginais". A frase é do governador Sérgio Cabral. Ele acrescentou que a Rocinha só vai parar de fabricar marginais quando o aborto for legalizado. Finalmente um político admite que o maior problema do Brasil é o brasileiro.

Na mesma reportagem, Sérgio Cabral comparou a Rocinha à Zâmbia. Até aí tudo bem. Ninguém discute que a Rocinha seja igual à Zâmbia. Espantei-me apenas quando ele comparou Copacabana à Suécia. E o Méier à Suécia.

Sérgio Cabral é nosso James Watson. James Watson, um dos descobridores da estrutura do DNA, declarou que o preto africano é menos inteligente do que o branco europeu. Anteriormente, ele já declarara que os estudos genéticos permitiriam abortar todos os fetos defeituosos. O governador do Rio de Janeiro descobriu o DNA da marginalidade entre os africanos da Rocinha e agora quer abortá-los. Segundo ele, ficaremos mais seguros. Ficaremos mais inteligentes também?

Uma semana antes de Sérgio Cabral apresentar suas teorias eugenistas, os policiais cariocas, a bordo de um helicóptero, mataram uns marginais no Morro da Coréia. A Secretaria de Segurança Pública explicou que seria difícil efetuar uma operação análoga nos morros da Zona Sul, porque "um tiro em Copacabana é diferente de um disparado na Coréia". Copacabana é a Suécia. Ali só vale o aborto em massa.

No ano passado, o Brasil teve 44 663 assassinatos. O dado acaba de ser publicado pelo governo federal. No mesmo período, de acordo com o site do Iraq Coalition Casualty Count, a guerra no Iraque produziu 18.655 mortes. Os americanos alarmaram-se tanto com esse número que aceitaram mandar mais 30 000 soldados para lá. O resultado? Em fevereiro de 2007, quando as novas tropas desembarcaram no país, registraram-se 3 014 mortes. Em agosto, elas já haviam diminuído para 1.674. Em setembro, 848. Em outubro, até a última quinta-feira, morreram 531 iraquianos.

Consulto todos os dias o site do Iraq Coalition Casualty Count. Consulto todos os dias também o site do Iraq Body Count, onde cada confronto fatal recebe um código e uma ficha de ocorrência. A ficha k7633 relata a morte de um professor da universidade religiosa de Al Sadr. A ficha k7634 assinala dois cadáveres encontrados em Al Kifl. Os americanos parecem se preocupar mais com os assassinatos de iraquianos do que os brasileiros com os assassinatos de brasileiros.

Pior do que a idéia de Sérgio Cabral de abortar os marginais zambianos da Rocinha só mesmo o Pronasci, aquela idéia de Lula de dar um dinheirinho mensal aos marginais para evitar que eles cometam crimes. O programa foi apelidado de Bolsa Bandido ou Bolsa Pivete. Prefiro chamá-lo mais simplesmente de Bolsa Júlio Lancellotti.

Cedo ou tarde, o Iraque será pacificado e a autoridade local poderá comparar Al Kifl à Suécia. A Zâmbia de Sérgio Cabral e Lula continuará com seus 44.663 assassinatos. Se tudo correr bem.

http://veja.abril.com.br/311007/mainardi.shtml



Escrito por LBeraldo às 12h04
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